Conhecendo o Desconhecido - Max Lima.

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O nosso Desconhecido de hoje, tem talento em diversas áreas, e segundo Max, ele articula os assuntos de sua arte: os desenhos são influências do que ele ouve, textos, de coisas que ele vê e as interpretações no piano têm muito do que ele lê. Legal, né? Mas, calma que tem mais!! 
Max Lima, tem 23 anos mora no Rio de Janeiro, e é estudante de Letras/Alemão na UFRJ. Vamos a entrevista e admirar o trabalho de Max.


Há quanto tempo você viu que tinha talento com a escrita, desenhos e o piano?
Eu comecei a desenhar e a pintar bem cedo. Com seis anos eu já pintava e desenhava. Com sete comecei a escrever poemas. Cresci num ambiente artisticamente rico, então acho que talvez isso tenha contribuído um pouco. Com o piano eu comecei um pouco mais tarde, aos 15, mas música sempre esteve presenta em minha vida.

O que te inspira?
Geralmente eu sou inspirado por obras literárias e musicais, elas sempre causam uma grande impressão em mim e me dão ideias novas, seja com os desenhos, seja com o piano, seja com o que eu escrevo. Pessoas também me inspiram. A pianista argentina Martha Argerich e o escritor português Fernando Pessoa estão na minha lista de inspirações.

Quais as suas pretensões com o seu conteúdo artístico?
No que diz respeito à música, “eu sou amador e faço questão de continuar a ser amador”. Não tenho nenhuma pretensão musical, faço música por prazer. Quanto à literatura, eu estou terminando de escrever meu primeiro livro de poemas e espero terminar um outro livro composto de novelas ainda esse ano. Também estou retirando da gaveta o projeto de um livro infantil ilustrado que comecei em 2011.

Porque você decidiu unir as três artes?
De certa forma, acho que tendemos a reagir imageticamente quando expostos a certos tipos de coisa, à música, por exemplo. Sempre penso nas pinturas de Rembrandt quando ouço Bach. Pode soar artificial, mas acho que sempre encarei música, literatura e artes plásticas como veículos não tão diferentes de ideias nem sempre diferentes. Em janeiro deste ano estudei as Kinderszenen, do compositor romântico Robert Schumann e senti que não compreendia a obra. Foi folheando as Primeiras Estórias, de Guimarães Rosa, que as peças de Schumann começaram a fazer sentido e pude, finalmente, aplicar alguma unidade na minha interpretação.


A arte, de Max Lima:




Em andamento.

Em andamento.


Em andamento.

O Max não pode disponibilizar para nós os poemas, pois o livro ainda está em andamento, mas quando ele finalizar, farei questão de divulga-lo aqui. E para finalizar não podemos deixar o piano de lado, correto? É incrível como a arte é fantástica e pode ser expressada de diversas formas. Gostaram de conhecer o trabalho dele? Eu amei!! Deixe nos comentário a sua opinião, beijãao.









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